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    <title>Letras Perspectivas</title>
    <description>FL - Perspectivas Linguísticas Contemporâneas</description>
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      <title>1º Seminário de estudos de 2026 ocorrerá em 27/02</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Fev-2026" title="Fev-2026" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Divulgacao_fev_2026.PNG?1770209588" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O 1º Seminário de estudos de 2026 ocorrerá em 27/02. Para saber mais, clique &lt;a href="/p/3020-seminarios-de-estudos" target="_blank" rel="noopener"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://perspectivas.letras.ufg.br/p/3020-seminarios-de-estudos"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 09:53:31 -0300</pubDate>
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      <title>Seminário Linhas cruzadas da formação feminista e da pesquisa</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Linha" title="Linha" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Modelo_Desenho_LuaPlaza.png?1759944132" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;INCT Caleidoscópio (UnB) e Grupo Perspectivas linguísticas contemporâneas (UFG) realizam, dias 17 e 18/11, seminário &lt;strong&gt;Linhas cruzadas da formação feminista e da pesquisa&lt;/strong&gt;, com transmissão ao vivo das 16h às 18h.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.even3.com.br/seminario-linhas-cruzadas-da-formacao-feminista-e-da-pesquisa-635149"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 08 Oct 2025 14:23:27 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/195393-seminario-linhas-cruzadas-da-formacao-feminista-e-da-pesquisa</link>
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      <title>GT "Enfrentamentos aos Racismos na Escola e na Universidade" recebe inscrições no evento VI Colóquio Raça e Interseccionalidades</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="VI" title="VI" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/VIColoquioRacaInterseccionalidade.jpeg.png?1755778319" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;GT "Enfrentamentos aos Racismos na Escola e na Universidade"&lt;/strong&gt;, coordenado por Jacqueline Fiuza (UnB) e Joana Plaza Pinto (UFG), foi aprovado pela comissão científica do &lt;em&gt;VI Colóquio Raça e Interseccionalidade&lt;/em&gt; e convida interessads a enviar resumos individuais que atendam aos objetivos do GT. &lt;strong&gt;Prazo: 21/09&lt;/strong&gt;! &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Saiba mais&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Estão abertas as inscrições para comunicações individuais em GTs aprovados no VI Colóquio Raça e Interseccionalidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O GT "Enfrentamentos aos Racismos na Escola e na Universidade", coordenado por Jacqueline Fiuza (UnB) e Joana Plaza Pinto (UFG), foi aprovado pela comissão científica do VI Colóquio e convida interessads a enviar resumos individuais que atendam aos objetivos do GT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Prazo: 21 de setembro de 2025&lt;/span&gt;! Confira os detalhes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para se inscrever, acesse o site: &lt;a href="https://www.coloquioracainterseccionalidades.com" target="_blank" rel="noopener"&gt;https://www.coloquioracainterseccionalidades.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Título: &lt;strong&gt;Grupo de Trabalho Enfrentamentos aos Racismos na Escola e na Universidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Autoras: &lt;em&gt;Jacqueline Fiuza da Silva Regis&lt;/em&gt; (UnB) e &lt;em&gt;Joana Plaza Pinto&lt;/em&gt; (UFG)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;: O objetivo do GT Enfrentamentos aos racismos na escola e na universidade é promover o debate sobre tecnologias sociais de enfrentamento a racismos na escola e na universidade, reunindo tanto pesquisas quanto relatos de experiências educativas. Entendemos que a questão racial é transversal em qualquer pesquisa e ação educativa, e defendemos que é fundamental proporcionarmos espaços seguros para a elaboração emancipatória dessa questão no encontro entre pessoas confrontadas cotidianamente com a violência racista, para o desenvolvimento de tecnologias sociais de emancipação, autofortalecimento e enfrentamento a toda e qualquer forma de racismo. Entendemos que raça e gênero são categorias imbricadas, associadas também a outros marcadores históricos, mas atuais, de opressão patriarcal e colonial, como argumenta Lelia Gonzales (1984). Estimulamos a participação de educadoras e pesquisadoras que desenvolvam atividades de pesquisa, extensão, ensino, comunicação científica, artísticas ou educativas em geral, promotoras de encontros intergeracionais e em distintos níveis de formação, para fortalecer a reexistência emancipatória de pessoas negras (Souza, 2011; Souza; Jovino; Muniz, 2018). Estimulamos ainda a participação de educadoras e pesquisadoras que apresentem debate sobre branquitude crítica, com discussão (auto)crítica sobre privilégios e alianças. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;: GONZALES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, p. 223–244, 1984. SOUZA, Ana Lúcia Silva. Letramentos de Reexistência. Poesia, Grafite, Música, Dança: Hip Hop. São Paulo: Parábola, 2011. SOUZA, Ana Lúcia Silva; JOVINO, Ione da Silva; MUNIZ, Kassandra. Letramento de reexistência - um conceito em movimentos negros. Revista da ABPN, v. 10, n. Ed. especial, p. 1–11, 2018. &lt;br /&gt;Palavras-chave: empoderamento antirracista; tecnologias sociais; educação; relatos de experiência.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 09:34:31 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/193885-gt-enfrentamentos-aos-racismos-na-escola-e-na-universidade-recebe-inscricoes-no-evento-vi-coloquio-raca-e-interseccionalidades</link>
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    <item>
      <title>Grupo de pesquisa Perspectivas Linguísticas Contemporâneas na 13ª International Gender and Language Association Conference</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Grupo" title="Grupo" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Grupo.jpg?1754568830" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O grupo de pesquisa Perspectivas Linguísticas Contemporâneas marcou presença na &lt;/span&gt;&lt;span&gt;13ª International Gender and Language Association Conference&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, ocorrida de 23 a 25 de julho último, em Montevidéu, Uruguai.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O evento é promovido pela &lt;/span&gt;&lt;span&gt;International Gender and Language Association (IGALA)&lt;/span&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;fundada em 1999. A IGALA é a principal organização acadêmica internacional comprometida com a promoção e suporte de pesquisas em linguagem, gênero e sexualidade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O tema central da conferência deste ano foi o momento de grandes conquistas mas também de crescentes conflitos nos movimentos ativistas de gênero e sexualidade ao redor do mundo. Qual é o papel da linguagem e da comunicação nesse processo aparentemente contraditório? Para explorar essa questão, o tema do 13º IGALA foi &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Re-pensando gêneros, sexualidades e ativismos (g)locais&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Grupo.jpg" alt="Grupo" width="567" height="756" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Calibri Light',sans-serif;"&gt;Parte da comitiva do grupo Perspectivas: Bianca, Ana Luiza, Thaís Silva, Joana, Hélvio, Carolina e Murilo&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O grupo de pesquisa contribuiu com este debate em simpósios temáticos e comunicações orais individuais. Participaram ao todo doze componentes do grupo, representantes de níveis diferentes de formação (graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado) e vínculos institucionais (UFG, UEG, Unicamp e UFRN), apresentando diferentes resultados de pesquisas com temas atuais e discussões avançadas nos estudos de gênero e linguagem. Foram momentos de muitas trocas instigantes, debates e contatos com pesquisas muito atuais e relevantes para a área, contando com pesquisadoras e pesquisadores de universidades de todo o Brasil, incluindo colegas parceiras do PPGIELT da UEG, e de diversos continentes: África, Ásia, Américas do Norte, Central e do Sul e Europa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/UEG2.jpg" alt="UEG2" width="466" height="503" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span&gt;Colegas da UEG e integrantes do grupo Perspectivas: Lúcia, Larissa,  Veralúcia, Hélvio e Vitor&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Alguns resultados de pesquisas do grupo foram apresentados em comunicações orais individuais. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Bianca Alencar Vellasco (Doutora pelo PPGLL/UFG, atualmente docente no IFG/campus Goiânia) discutiu o ímpeto de higiene verbal em manuais de promoção de recursos de não marcação de gênero.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Francisco das Chagas Viana Júnior (Doutorando na UFRN em coorientação no PPGLL/UFG e docente na rede básica estadual do Ceará) discutiu a desnaturalização do machismo nas ressignificações promovidas pela Palhaça Fran, personagem da atriz Rafaela Azevedo, no &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Instagram&lt;/span&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Gleiton Matheus Bonfante (Pós-doutorando no PPGLL de 2021-2022 e atualmente pós-doutorando na UFF com bolsa Faperj) discutiu a conexão entre formas contemporâneas de sexo e formas científicas de governança.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Hélvio Frank de Oliveira (Pós-doutorando no PPGLL com bolsa CNPq, docente da UEG e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq) discutiu corpolíticas trans a partir de narrativas de docentes declaradamente transexuais, travestis e transgêneros atuantes em escolas públicas da educação básica em Goiás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Larissa Landim de Carvalho (Doutoranda do PPGLL/UFG, bolsista Capes), no simpósio temático “Análises feministas de discurso sobre direito das mulheres no Brasil contemporâneo” coordenado por Débora de Carvalho Figueiredo (UFSC) e Lúcia Gonçalves de Freitas (UEG), apresentou os resultados parciais de sua pesquisa comparativa sobre os discursos sobre aborto no Brasil e Argentina, focando nos retrocessos dos discursos legislativos no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O simpósio temático “Gênero, mobilidade e vulnerabilidade linguística” discutiu a articulação entre gênero e vulnerabilidade linguística em diferentes condições de mobilidade nacional e transnacional. O simpósio contou com os resultados de pesquisa de Amanda Diniz Vallada (Doutoranda do PPGLL/UFG, bolsista Capes), Murilo dos Santos Gomes (Mestrando do PPGLL/UFG, bolsista Capes), Thaís Batista da Silva (Bacharel em Linguística/UFG, e ex-bolsista de Iniciação científica do CNPq) e Joana Plaza Pinto (Professora Titular, docente permanente do PPGLL/UFG e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 531px; height: 708px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Simp%C3%B3sio_vulnerabilidade.jpg" alt="Simpósio vulnerabilidade" width="567" height="756" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Calibri Light',sans-serif;"&gt;Integrantes do simpósio “Gênero, mobilidade e vulnerabilidade linguística”: Joana, Thaís Silva, Murilo e Amanda&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Enfim, o simpósio temático “ENTRELAÇAR: tecendo práticas colaborativas pela metodologia feminista em pesquisas sobre linguagem” discutiu a construção de práticas linguísticas com diferentes objetos de conhecimento a partir de uma perspectiva feminista colaborativa em campos construídos entre e com mulheres. O simpósio contou com os resultados de pesquisa de Ana Luiza Krüger Dias (Doutora pelo PPGLL/UFG, atualmente Pós-doutoranda do PPG-LA/Unicamp, com bolsa Capes), Thaís Elizabeth Pereira Batista (Pós-doutoranda do PPGLL, com bolsa Fapeg/CNPq) e Carolina Fernanda Soares Silva (Doutoranda do PPGLL/UFG, bolsista CNPq).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 517px; height: 689px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Entrela%C3%A7ar.jpg" alt="Entrelaçar" width="567" height="756" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Calibri Light',sans-serif;"&gt;Integrantes do simpósio “ENTRELAÇAR: tecendo práticas colaborativas pela metodologia feminista em pesquisas sobre linguagem”: Carolina, Ana Luiza e Thaís Batista.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 Aug 2025 09:25:57 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/193478-grupo-de-pesquisa-perspectivas-linguisticas-contemporaneas-na-13-international-gender-and-language-association-conference</link>
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    <item>
      <title>Linguistic citizenship and identity studies in Applied Linguistics</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Quentin Williams" title="Quentin Williams" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Quentin_Williams.jpeg?1738849707" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Encontro do GT Práticas Identitárias em Linguística Aplicada &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O GT &lt;strong&gt;Práticas Identitárias em Linguística Aplicada da Anpoll&lt;/strong&gt; começa neste mês uma série de encontros internos com convidados com o objetivo de aprofundar discussões que mobilizem a área. &lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;O primeiro encontro será com o Dr. Quentin Williams. Quentin é professor associado da University of the Western Cape, África do Sul. Foi Professor Visitante no Centro de Africâner e estudo do sul-africano na Ghent University (Bélgica). É diretor do Centre for Multilingualism and Diversities Research. Tem publicado artigos e livros de importante impacto na área de sociolinguística, como "Neva Again: Hip Hop Art, Activism, and Education in Post-Apartheid South Africa," do qual  é um dos autores e editores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Quentin_Williams.jpeg" alt="Quentin Williams" width="389" height="389" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;O encontro será realizado no dia &lt;strong&gt;18 de fevereiro, às 15h&lt;/strong&gt; (horário de Brasília), transmitido pelo YouTube para quem não é membro do GT. Acesse &lt;a style="color: #000000;" href="https://www.youtube.com/live/HVYyDc_NP-w?si=CAQQfOWLudPyeR89"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Esse primeiro encontro será mediado e realizado em inglês, mas haverá outros encontros em português e demais línguas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 06 Feb 2025 10:54:58 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/187873-linguistic-citizenship-and-identity-studies-in-applied-linguistics</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Emaranhados: semiótica contra o geontopoder</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Noticia emaranhados" title="Noticia emaranhados" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/noticia.png?1738789541" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Publicado dossiê temático na RILA&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O volume de 2024 da Revista Indisciplina em Linguística Aplicada é dedicado ao dossiê temático &lt;strong&gt;Emaranhados: semiótica contra o geontopoder&lt;/strong&gt;, dedicado a expandir o debate iniciado no workshop &lt;em&gt;Semiotics after Geontopower&lt;/em&gt;, ocorrido em abril de 2024 na UFG, quando a antropóloga Elizabeth Povinelli desenvolveu o tema junto a debatedoras e debatedores e a participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Organizado por Ana Luiza K. Dias, Gleiton Bonfante, Joana Plaza Pinto e Suzane Vieira, o número temático busca expandir o diálogo entre Povinelli e autoras e autores acerca de, dentre outros tópicos: a) relacionalidades e comunicação humana e mais-que-humana; b) catástrofes presentes e ancestrais; c) colonialismo em curso e seus processos de extração e violência contra populações dissidentes em suas matrizes de raça, gênero e sexualidade; d) possibilidades de ser de outra maneira: resistência e reexistência contra o geontopoder.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Você pode acessar o dossiê &lt;a href="https://revistas.ufrj.br/index.php/rila/issue/view/2853"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 05 Feb 2025 18:20:05 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/187864-emaranhados-semiotica-contra-o-geontopoder</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Pesquisadora do Perspectivas defende tese sobre os projetos de lei proibitivos da “linguagem neutra” </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="defesa bianca" title="defesa bianca" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/WhatsApp_Image_2024-07-23_at_18.09.33.jpeg?1721755109" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Bianca Vellasco realizou uma pesquisa etnográfica em meio digital&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;A tese “Pânico moral e higienismo verbal: a rede metadiscursiva sobre ‘linguagem neutra’ no Brasil”, defendida por Bianca Alencar Vellasco, em março de 2024, na Faculdade de Letras da UFG, através de banca híbrida, composta pelas professoras Joana Plaza Pinto (UFG), Cristine Gorski Severo (UFSC), Kátia Menezes de Sousa (UFG) e pelos professores Rodrigo Borba (UFRJ) e Hélvio Frank de Oliveira (UEG), nasce de um Projeto de pesquisa elaborado em 2021 e de uma etnografia digital iniciada em 2022. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;O compromisso com esse Projeto – voltado para a busca de um debate público atual envolvendo o cenário das políticas linguísticas no Brasil – combinado à abordagem etnográfica em ambiente digital, culminou no encontro com um tema que tem mobilizado um certo espaço – discursivo, digital e legislativo – com picos de interesses repentinos e sazonais nos últimos anos na discussão pública brasileira: uma espécie de contenda envolvendo o uso da chamada “linguagem neutra” (uma tentativa de representar na língua a existência de pessoas não-binárias, isto é, as pessoas que não se identificam nem com o gênero feminino e nem com o gênero masculino).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: normal; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt; &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/tese_bianca_1.png" alt="tese bianca 1" width="455" height="267" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;Google Trends: buscas pelo termo “linguagem neutra” ao longo do tempo (2019-2024)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;O resultado da exploração etnográfica empreendida está no mapeamento de quase 60 de projetos de lei - a nível federal, estadual e municipal – voltados para a proibição/vedação dessa forma de linguagem em escolas, editais e projetos culturais de natureza pública, encabeçados por parlamentares filiados a partidos de direita e centro-direita. Além desse movimento legislativo, referido na tese como “discussão proibitiva”, o material empírico também está composto por uma faceta “afirmativa”, na forma de manuais, manifestos e iniciativas favoráveis ao uso dessa linguagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: normal; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: red;"&gt; &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Captura_de_tela_2024-07-23_182211.png" alt="tese bianca 2" width="685" height="345" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;Parte do material empírico: mapeamento final dos Projetos de Lei (56), elaborado pela autora (2022)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt; e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt; exemplo de Guia para o uso da linguagem neutra elaborado por ativista não-binária (2014)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;A partir deste material empírico, a tese se desenha em quatro capítulos, que contam como a “linguagem neutra” têm sido inventada (PENNYCOOK; MAKONI, 2007) no Brasil por um fio de entextualizações (BAUMAN; BRIGGS, 2005) que ocupa vários domínios textuais através de uma disputa desigual, em que um regime articulado e dotado de poder institucional (o grupo proibitivo) se apropria dela para ganhos políticos, encontrando uma resistência orgânica e aparentemente desarticulada (o grupo afirmativo), que não detém do mesmo tipo de poder institucional, mas que também é capaz de fazer algum tipo de pressão política. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-indent: 35.45pt; line-height: normal; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Captura_de_tela_2024-07-23_182234.png" alt="tese bianca 3" width="690" height="328" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;Esquema visual que ilustra a rede textual articulada, elaborado pela autora (2023) e Flyer de uma das deputadas proponentes postado em rede social (2021)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;Entre as conclusões da tese, está a percepção de que a tentativa de proibição da “linguagem neutra” funciona metonimicamente para banir, na verdade, quem não represente os ideais de família, sociedade e sexualidade normativa idealizada (aquele que cabe dentro da norma culta padrão e que tem no masculino genérico a metonímia da sociedade). O nível de circulação textual incessante que essa pesquisa tentou acompanhar, registrar e analisar também ocasiona um último insight conclusivo: a analogia do mito da Hidra de Lerna (uma espécie de monstro que “teria sete cabeças que se regeneravam em dobro quando cortadas”) com a capacidade “monstruosa” de multiplicação textual e incitação de conflitos que a discussão sobre “linguagem neutra” mobiliza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;A importância dessa temática aponta para a atualização do cenário das políticas linguísticas do Brasil, que reverbera a persistência de ideologias de linguagem ligadas ao século XIX, como a do monolinguismo (a insistência numa língua única para o fortalecimento e pertencimento a uma nação), a do higienismo (a preocupação com a limpeza, organização e homogeneidade da língua), e a da padronização (a crença de que apenas a gramática prescritiva está autorizada a dizer e legitimar o que é a língua). Além disso, esta pesquisa também dá indícios da necessidade de se adotar uma perspectiva menos ingênua diante da plataformização da discussão pública (CESARINO, 2022), visto que o ambiente digital favorece uma polarização política partidária, em que as informações e argumentações ocorrem de maneira tática, organizada, repetitiva, que se afasta da reflexão/problematização e se aproxima do combate e da lucratividade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 23 Jul 2024 14:31:33 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/182797-pesquisadora-do-perspectivas-defende-tese-sobre-os-projetos-de-lei-proibitivos-da-linguagem-neutra</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Roda de conversa sobre "Abordagens biográficas em metodologias qualitativas"</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Clara e Ana" title="Clara e Ana" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/signal-2024-07-15-09-40-16-113-1.jpg?1721126215" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Quarta-feira 17/07, às 14h, na Faculdade de Letras&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Nesta quarta, &lt;strong&gt;dia&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;17/07, das 14h às 16h, no Miniauditório da Faculdade de Letras&lt;/strong&gt;, teremos uma roda de conversa sobre "Abordagens biográficas em metodologias qualitativas" com a presença da profa. Clara Keating, da Universidade de Coimbra (Portugal), e a profa. Ana Luiza Krüger Dias, da Faculdade de Letras (UFG).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/signal-2024-07-15-09-40-16-113-1.jpg" alt="Clara e Ana" width="400" height="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A roda de conversa faz parte do projeto "Linguagem, sociedade e cultura: Participação linguística e gênero social", financiado pela Chamada Pública 05/2023 - Programa Pesquisador Visitante Estrangeiro, da &lt;strong&gt;Fapeg&lt;/strong&gt;, que trouxe a profa. Clara Keating para ofertar um curso no Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística e realizar atividades de pesquisa com o Grupo Perspectivas Linguísticas Contemporâneas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 16 Jul 2024 07:34:52 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/182577-roda-de-conversa-sobre-abordagens-biograficas-em-metodologias-qualitativas</link>
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    <item>
      <title>13ª Conferência da International Gender and Language Association (IGALA)</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="temp" title="temp" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Captura_de_tela_2024-04-30_170957.png?1714507827" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Fundada em 1999, IGALA é a principal organização acadêmica internacional comprometida com a promoção e suporte de pesquisas em linguagem, gênero e sexualidade. O tema do 13º IGALA (2025) é: Re-pensando gêneros, sexualidades e ativismos (g)locais. Mais informações no &lt;a href="https://igala2025.wordpress.com/"&gt;site do evento&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INTERNATIONAL GENDER AND LANGUAGE ASSOCIATION (IGALA) - CONFERENCE 2025&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“RE-PENSANDO GÊNEROS, SEXUALIDADES E ATIVISMOS (G)LOCAIS”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;23, 24 e 25 de julho de 2025&lt;br /&gt;Montevideo, Uruguay&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Informações principais:&lt;br /&gt;Lugar: Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Universidad de la República.&lt;br /&gt;Modalidade: presencial.&lt;br /&gt;Línguas: inglês, espanhol e português.&lt;br /&gt;Inscrições: &lt;strong&gt;05 de fevereiro a 31 de março de 2025 (pagamento antecipado) e 01 de abril&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a 20 de junho de 2025 (pagamento regular).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apoio (parcial) a estudantes que apresentam no 13IGALA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A organização prevê o apoio econômico (parcial) para um número limitado de estudantes do exterior que apresentem no 13IGALA. Para solicitar este apoio, xs estudantes -membrxs da IGALA- deverão completar este formulário antes do dia 15 de março. É possível solicitar de apoio em, no máximo, duas das três categorias disponíveis: transporte dentro de Montevidéu, alimentação e alojamento durante os dias do congresso. A obtenção do apoio não é automática. A organização do evento buscará atender a maior quantidade de solicitações e cobrir a maior diversidade possível de casos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conferencistas confirmadas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dra. Deborah Cameron (Oxford University, UK)&lt;br /&gt;Dra. Lexi Webster (University of Southampton, UK)&lt;br /&gt;Dra. Glenda Melo (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brazil)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Organizador da conferência:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Germán Canale (Universidad de la República)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comitê Organizador&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Irene Madfes (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Caroline Trevisan (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Amparo Fernández (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Nathalie Borba (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Verónica Redekofski (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Victoria Furtado (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Virginia Osorio (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Verónica Viera (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Rodrigo Borba (Universidade Federal do Rio de Janeiro)&lt;br /&gt;Julia Zullo (Universidad de Buenos Aires)&lt;br /&gt;Kate Power (University of Queensland)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Informações mais detalhadas em: &lt;a href="https://igala2025.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/02/terceira-chamada-de-trabalhos.pdf"&gt;https://igala2025.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/02/terceira-chamada-de-trabalhos.pdf&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://igala2025.wordpress.com"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 30 Apr 2024 17:10:37 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/180925-13-conferencia-da-international-gender-and-language-association-igala</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Workshop discute a relação entre linguagem, desigualdades raciais e catástrofes climáticas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Workshop notícia" title="Workshop notícia" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/DSCN3373.JPG?1713906849" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Joana Plaza Pinto (FL/UFG/CNPq)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O workshop&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Semiotics after Geontopower&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;ocorreu de 15 a 19 de abril de 2024, de 9h às 17h, no auditório da Faculdade de Letras, da Universidade Federal de Goiás, organizado pelos grupos de pesquisa Perspectivas Linguísticas Contemporâneas e Caroá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este workshop foi planejado para construir uma crítica sobre a cumplicidade da linguagem na história dos processos de violências nas desigualdades raciais, na crise climática e nos conflitos articulados no capitalismo do século XXI, presentes e ancestrais, das formas mais diversas de produção de sentido, dos modos sociais do tempo (&lt;em&gt;tense&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;time&lt;/em&gt;), das formas narrativas, das figurações gramaticais, das semioses implicadas tanto nas separações quanto nos emaranhamentos na distribuição desigual dos efeitos de poder nos corpos, nos objetos, nos territórios, no planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho de Elizabeth Povinelli (&lt;em&gt;Columbia University&lt;/em&gt;) inspirou essa discussão. Durante cinco dias, foram discutidos temas atuais pela lente de seu trabalho inovador já publicado, debatendo e colocando questões que impulsionam as pesquisas dos grupos de pesquisa envolvidos e as interpretações da obra de Povinelli. Também ocorreu a chance única de ouvir os primeiros textos do seu projeto em andamento “Precisamos de uma semiótica depois do geontopoder?” (&lt;em&gt;Do We Need a Semiotics After Geontopower?&lt;/em&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth1.jpg" alt=" Elizabeth1.jpg" width="427" height="569" /&gt;   &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth2.jpg" alt=" Elizabeth2.jpg" width="739" height="566" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Elizabeth Povinelli na exposição do workshop, 15/04/24 e 16/04/24, respectivamente. Fonte: Álbum do evento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth3.jpg" alt=" Elizabeth3.jpg" width="420" height="933" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Elizabeth Povinelli explicando Charles Peirce durante workshop, 16/04/2024. Fonte: Álbum do evento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na realização do evento, o workshop recebeu os apoios fundamentais dos Programas de Pós-graduação em Letras e Linguística e em Antropologia Social e do Centro de Línguas da UFG, sendo suas atividades integrantes da disciplina&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Seminários sobre Linguagem, sociedade e cultura&lt;/em&gt;, sob as docentes Joana Plaza Pinto (Bolsista PQ-1D CNPq/PPGLL) e Suzane de Alencar Vieira (PPGAS), creditada aos dois programas parceiros no evento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento recebeu o apoio financeiro da Fapeg (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás, Chamada Pública 03/2023 – Realização de Eventos), do Programa de Excelência da CAPES (PROEX) do PPG Letras e Linguística do Programa de Internacionalização da FAPEG/projeto PPGAS e do Centro de Línguas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa do workshop se organizou em três tipos de atividades, com a intenção de promover o diálogo e o intercâmbio dinâmicos: durante as 4 primeiras manhãs, Elizabeth Povinelli nos apresentou seus argumentos desenvolvidos no projeto em andamento; durante as 4 primeiras tardes, pesquisadoras e pesquisadores de diferentes universidades e diferentes áreas do conhecimento debateram suas leituras e questões sobre problemas e argumentos presentes na vasta obra de Elizabeth Povinelli.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth4.jpg" alt=" Elizabeth4.jpg" width="567" height="425" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Além da convidada, a mesa de abertura do workshop contou com a presença das coordenadoras do evento e dos programas envolvidos, dia 15/04/2024. Fonte: Álbum do evento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth5.jpg" alt=" Elizabeth5.jpg" width="567" height="425" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Mesa da tarde de 15/04 contou com pesquisadoras e pesquisadores Gleiton Bonfante (UFF), Amanda Diniz (UFG), Guilherme Sá (UnB) e Indira Caballero (UFG).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth6.jpg" alt=" Elizabeth6.jpg" width="656" height="492" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Mesa da tarde de 16/04 contou com pesquisadoras Cataria Morawska (UFSCar), Suzane de Alencar Vieira (UFG) e Izabel Martinez (UNAM/México).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth7.jpg" alt=" Elizabeth7.jpg" width="679" height="509" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Mesa da tarde de 17/04 contou com pesquisadoras e pesquisadores Daniel Silva (Unicamp), Emílio Robledo (UnB), Joana Plaza Pinto (UFG) e Ana Luiza Dias (UFG).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth8.jpg" alt=" Elizabeth8.jpg" width="678" height="508" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Mesa da tarde de 18/04 contou com pesquisadoras e pesquisadores Amanda Horta (UFSCar), Antônio Carlos Benites (UFG), Carolina Cantarino (Unicamp), Nicole Soares (UFES), Thais Elizabeth Batista (UFG).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth9.jpg" alt=" Elizabeth9.jpg" width="770" height="577" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Povinelli em diálogo com o doutorando guarani-kaiowá Antônio Carlos Benites (PPGAS/UFG).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth10.jpg" alt=" Elizabeth10.jpg" width="648" height="486" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Além de participar do debate com Povinelli, Antônio Carlos Benites, doutorando do PPGAS/UFG, promoveu uma dança guarani-kaiowá na quinta-feira, dia 18/04, para trazer boas energias ao workshop.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na quarta-feira, dia 17/04, depois do debate da tarde, tivemos o lançamento do livro&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="about:blank"&gt;Geontologias&lt;/a&gt;, primeiro livro de E. Povinelli inteiramente traduzido para o português e publicado pela Editora Ubu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth11.jpg" alt=" Elizabeth11.jpg" width="868" height="651" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O lançamento do livro &lt;em&gt;Geontologias&lt;/em&gt; (Ubu, 2023), de Elizabeth Povinelli, contou também com a exposição do livro &lt;em&gt;Entre risos e perigos&lt;/em&gt; (Editora Cânone, 2023), de Suzane de Alencar Vieira, coordenadora do PPGAS e vice-coordenadora do workshop.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth12.jpg" alt=" Elizabeth12.jpg" width="865" height="649" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;No lançamento do livro, dia 17/04/2024, Suzane de Alencar Vieira, vice-coordenadora do workshop, Elizabeth Povinelli, e Joana Plaza Pinto, coordenadora do workshop.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, na sexta-feira de manhã, tivemos a exibição de dois filmes do&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Karrabing Film Collective&lt;/em&gt;, do qual Povinelli faz parte, o&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Night Fishing with Ancestors&lt;/em&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;(Pesca Noturna com Ancestrais) de 2023, e&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;The Mermaids, or Aiden in Wonderland&lt;/em&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;(As sereias, ou Aiden no País das Maravilhas) de 2018.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais de 180 pessoas estiveram presentes no workshop durante a semana. O debate ocorrido durante a semana foi reconhecido por todas as pessoas presentes como avançado, contemporâneo e interdisciplinar. Tanto a convidada quanto a audiência teceram muitos elogios à alta qualidade do evento. Não só recebemos uma convidada altamente qualificada e com prestígio internacional, como tivemos na plateia uma audiência do mesmo calibre - docentes e pesquisadoras do IFG, da PUC-GO, PUC-Rio, UEG, UEMS, UFES, UFF, UFRJ, UFRN, UFSC, UFSCar, UnB, UnDF, Unicamp, Unifesp, Unilab, USP, além de docentes da Texas University (EUA), da Dutch Art Institute (Alemanha), da Universidad Autónoma de Mexico (México) e da Universidade Nova Lisboa (Portugal). Também recebemos docentes e discentes da Faculdade de Ciências Sociais da UFG, além de docentes e discentes da nossa Faculdade de Letras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth13.jpg" alt=" Elizabeth13.jpg" width="836" height="471" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Auditório no início da sessão de abertura, dia 15/04/2024. Fonte: Álbum do evento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth14.jpg" alt=" Elizabeth14.jpg" width="834" height="625" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Auditório na sessão de encerramento, dia 19/04/2024. Fonte: Álbum do evento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Elizabeth Povinelli tem uma biografia excepcional de pensadora e artista e destacamos alguns pontos na sua trajetória: ela é antropóloga que convive com a comunidade aborígene de Belyuen da região costeira no noroeste da Austrália, há mais de 40 anos, quando ela inicialmente estava interessada nas ligações entre o poder e a autoridade política das mulheres e os seus papéis nas economias locais e nacionais. Ela é cineasta que co-fundou o&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Karrabing Film Collective&lt;/em&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;com colegas da mesma comunidade. E também é uma artista, uma desenhista original e com um estilo inconfundível, tendo exibido suas obras em várias galerias, e incluído na sua produção intelectual desenhos e grafismos que constituem seus argumentos (ainda mais evidente no livro e no filme The Inheritance, A Herança), um debate crítico inovador sobre ancestralidade e relacionalidade, sedimentações materiais do passado ausente em nosso presente que revela a história na política e na ética da herdabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Elizabeth Povinelli ocupa a prestigiosa cadeira Franz Boas no Departamento de Antropologia da&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Columbia University&lt;/em&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;(Nova York, EUA), onde também foi Diretora do Institute for Research on Women and Gender e foi co-diretora do Centre for the Studio for Law and Culture. Ela recebeu seu doutorado em Antropologia pela Universidade de Yale em 1991. Foi editora da revista acadêmica Public Culture.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho de Povinelli se concentra no desenvolvimento de uma teoria crítica do liberalismo tardio, animada por um envolvimento com as tradições do pragmatismo americano e da crítica imanente continental e fundamentada na circulação de valores, materialidades e sociabilidades dentro dos liberalismos coloniais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seus dois primeiros livros examinaram o governo do Outro nas colônias liberais tardias, a partir da perspectiva da política de reconhecimento. O enfoque desses livros foram os impasses dos sistemas liberais de direito e valor à medida que se defrontavam com os mundos indígenas australianos, e os efeitos desses impasses no desenvolvimento da cultura legal e pública na Austrália. Seus dois livros posteriores destacam as formações do Antropoceno Liberal Tardio a partir da ótica da intimidade, incorporação e forma narrativa. Os seus livros mais recentes exploram a governança da existência, identidade política e o problema da ancestralidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O livro Geontologias (publicado em português pela Ubu) discute o modo de poder que regula a distinção entre vida e não-vida na cicatriz do imaginário do carbono. Este livro recebeu o Prêmio Lionel Trilling de 2017, e os filmes do Karrabing Film Collective também foram premiados, ganharam o Visible Award 2015 e o Cinema Nova Award 2015 na categoria de melhor curta-metragem de ficção, dentre outros prêmios. Recentemente, o Karrabing Collective Film recebeu o prêmio Eye Prize 2021 da premiação Eye Filmmuseum Amsterdam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento contou com interpretação simultânea inglês-português da equipe Traductia Áudio e Eventos, fundamental para a ampliação da participação e do debate com a convidada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/26/o/Elizabeth15.jpg" alt=" Elizabeth15.jpg" width="795" height="596" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Equipe da Traductia Áudio e Eventos com Elizabeth Povinelli, 19/04/2024. Fonte: Álbum do evento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As artes do material de divulgação são um trabalho que conta com a fotografia do antropólogo Jean Pierre Pierote e o design de Cássia Oliveira.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:19:55 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/180784-workshop-discute-a-relacao-entre-linguagem-desigualdades-raciais-e-catastrofes-climaticas</link>
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