<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">
  <channel>
    <title>Letras Perspectivas</title>
    <description>FL - Perspectivas Linguísticas Contemporâneas</description>
    <itunes:summary>FL - Perspectivas Linguísticas Contemporâneas</itunes:summary>
    <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/news</link>
    <image>
      <url>https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/1_banner_3000x1042px_%281%29.jpg?1651488809</url>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/</link>
    </image>
    <itunes:image href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/1_banner_3000x1042px_%281%29.jpg?1651488809"/>
    <item>
      <title>Pesquisa biográfica colaborativa discute migração nacional e conexões com racismo e homofobia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Capa 1" title="Capa 1" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Captura_de_tela_2026-05-13_120851.png?1778685009" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Murilo Gomes realizou uma pesquisa etnográfica utilizando metodologia biográfica e colaborativa. Saiba mais.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O pesquisador Murilo dos Santos Gomes, do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística (PPGLL) da Universidade Federal de Goiás (UFG), defendeu a  dissertação intitulada &lt;em&gt;“Quatro modos de falar em intersecções: experiências de homens gays negros migrantes”&lt;/em&gt; em março de 2026, na Faculdade de Letras (FL/UFG), por meio de banca virtual, presidida pela orientadora Profa. Joana Plaza Pinto (UFG), e composta pela Profa. Glenda Cristina Valim de Melo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Prof. Danillo da Conceição Pereira Silva da Universidade Federal de Sergipe (UFS). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; line-height: normal; page-break-after: avoid; margin: 2.05pt 69.0pt .0001pt 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; line-height: normal; page-break-after: avoid; margin: 2.05pt 69.0pt .0001pt 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Imagem1.jpg" alt="Imagem 1" width="602" height="443" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; line-height: normal; page-break-after: avoid; margin: 2.05pt 69.0pt .0001pt 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt;"&gt;Defesa da dissertação, acervo pessoal (2026).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; line-height: normal; page-break-after: avoid; margin: 2.05pt 69.0pt .0001pt 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; line-height: normal; page-break-after: avoid; margin: 2.05pt -2.0pt .0001pt 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;O trabalho investigou como homens gays negros em contexto de migração nacional e urbana narram suas experiências e lidam com questões relacionadas ao racismo, à homofobia e às desigualdades sociais. A partir de uma metodologia etnográfica de abordagem biográfica e colaborativa, a pesquisa analisa entrevistas e uma oficina denominada “Linha da Vida da Sexualidade”, construída coletivamente com os participantes do estudo.  &lt;span style="background: white;"&gt;A dissertação parte da compreensão de que identidades são construídas de forma relacional, contingente e contextual, seguindo os conceitos de Hall (2009; Piscitelli (2008) e Brah (2006), sendo atravessadas por marcadores como raça, gênero, sexualidade e migração&lt;/span&gt;. Nesse sentido, a linguagem ocupa papel central, entendida como prática performativa que produz sentidos sobre os corpos e as identidades. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; line-height: normal; page-break-after: avoid; margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;Como proposta analítica, o estudo apresenta um modelo orbital de articulação das intersecções, buscando compreender como diferentes marcadores sociais assumem maior ou menor centralidade nas narrativas dos participantes de acordo com os contextos vividos. A análise identificou quatro modos recorrentes de falar em intersecção, evidenciando disputas metapragmáticas, reconfigurações identitárias e diferentes estratégias de enfrentamento e ressignificação das violências sociais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; line-height: normal; page-break-after: avoid; margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;A pesquisa também dialoga com perspectivas feministas, &lt;em&gt;queer&lt;/em&gt; e decoloniais, além de mobilizar conceitos como performatividade da linguagem, escrevivência e ancestralidade. Ao longo do texto, é articulada escrita acadêmica, narrativa autobiográfica e produção poética como parte do próprio processo de construção do conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; line-height: normal; page-break-after: avoid; margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;Vinculada à linha de pesquisa Linguagem, Sociedade e Cultura (LP5) e financiada com bolsa de mestrado da Capes, a dissertação articula debates sobre linguagem, identidade e desigualdade social. O trabalho oferece contribuições relevantes aos estudos interseccionais de migração, raça e sexualidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 13 May 2026 12:08:08 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/200961-pesquisa-biografica-colaborativa-discute-migracao-nacional-e-conexoes-com-racismo-e-homofobia</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/200961-pesquisa-biografica-colaborativa-discute-migracao-nacional-e-conexoes-com-racismo-e-homofobia</guid>
    </item>
    <item>
      <title>1º Seminário de estudos de 2026 ocorrerá em 27/02</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Fev-2026" title="Fev-2026" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Divulgacao_fev_2026.PNG?1770209588" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O 1º Seminário de estudos de 2026 ocorrerá em 27/02. Para saber mais, clique &lt;a href="/p/3020-seminarios-de-estudos" target="_blank" rel="noopener"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://perspectivas.letras.ufg.br/p/3020-seminarios-de-estudos"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 09:53:31 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/198270-1-seminario-de-estudos-de-2026-ocorrera-em-27-02</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/198270-1-seminario-de-estudos-de-2026-ocorrera-em-27-02</guid>
      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Divulgacao_fev_2026.PNG?1770209588" length="160517" type="image/png"/>
    </item>
    <item>
      <title>Seminário Linhas cruzadas da formação feminista e da pesquisa</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Linha" title="Linha" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Modelo_Desenho_LuaPlaza.png?1759944132" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;INCT Caleidoscópio (UnB) e Grupo Perspectivas linguísticas contemporâneas (UFG) realizam, dias 17 e 18/11, seminário &lt;strong&gt;Linhas cruzadas da formação feminista e da pesquisa&lt;/strong&gt;, com transmissão ao vivo das 16h às 18h.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.even3.com.br/seminario-linhas-cruzadas-da-formacao-feminista-e-da-pesquisa-635149"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 08 Oct 2025 14:23:27 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/195393-seminario-linhas-cruzadas-da-formacao-feminista-e-da-pesquisa</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/195393-seminario-linhas-cruzadas-da-formacao-feminista-e-da-pesquisa</guid>
    </item>
    <item>
      <title>GT "Enfrentamentos aos Racismos na Escola e na Universidade" recebe inscrições no evento VI Colóquio Raça e Interseccionalidades</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="VI" title="VI" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/VIColoquioRacaInterseccionalidade.jpeg.png?1755778319" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;GT "Enfrentamentos aos Racismos na Escola e na Universidade"&lt;/strong&gt;, coordenado por Jacqueline Fiuza (UnB) e Joana Plaza Pinto (UFG), foi aprovado pela comissão científica do &lt;em&gt;VI Colóquio Raça e Interseccionalidade&lt;/em&gt; e convida interessads a enviar resumos individuais que atendam aos objetivos do GT. &lt;strong&gt;Prazo: 21/09&lt;/strong&gt;! &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Saiba mais&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Estão abertas as inscrições para comunicações individuais em GTs aprovados no VI Colóquio Raça e Interseccionalidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O GT "Enfrentamentos aos Racismos na Escola e na Universidade", coordenado por Jacqueline Fiuza (UnB) e Joana Plaza Pinto (UFG), foi aprovado pela comissão científica do VI Colóquio e convida interessads a enviar resumos individuais que atendam aos objetivos do GT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Prazo: 21 de setembro de 2025&lt;/span&gt;! Confira os detalhes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para se inscrever, acesse o site: &lt;a href="https://www.coloquioracainterseccionalidades.com" target="_blank" rel="noopener"&gt;https://www.coloquioracainterseccionalidades.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Título: &lt;strong&gt;Grupo de Trabalho Enfrentamentos aos Racismos na Escola e na Universidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Autoras: &lt;em&gt;Jacqueline Fiuza da Silva Regis&lt;/em&gt; (UnB) e &lt;em&gt;Joana Plaza Pinto&lt;/em&gt; (UFG)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;: O objetivo do GT Enfrentamentos aos racismos na escola e na universidade é promover o debate sobre tecnologias sociais de enfrentamento a racismos na escola e na universidade, reunindo tanto pesquisas quanto relatos de experiências educativas. Entendemos que a questão racial é transversal em qualquer pesquisa e ação educativa, e defendemos que é fundamental proporcionarmos espaços seguros para a elaboração emancipatória dessa questão no encontro entre pessoas confrontadas cotidianamente com a violência racista, para o desenvolvimento de tecnologias sociais de emancipação, autofortalecimento e enfrentamento a toda e qualquer forma de racismo. Entendemos que raça e gênero são categorias imbricadas, associadas também a outros marcadores históricos, mas atuais, de opressão patriarcal e colonial, como argumenta Lelia Gonzales (1984). Estimulamos a participação de educadoras e pesquisadoras que desenvolvam atividades de pesquisa, extensão, ensino, comunicação científica, artísticas ou educativas em geral, promotoras de encontros intergeracionais e em distintos níveis de formação, para fortalecer a reexistência emancipatória de pessoas negras (Souza, 2011; Souza; Jovino; Muniz, 2018). Estimulamos ainda a participação de educadoras e pesquisadoras que apresentem debate sobre branquitude crítica, com discussão (auto)crítica sobre privilégios e alianças. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;: GONZALES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, p. 223–244, 1984. SOUZA, Ana Lúcia Silva. Letramentos de Reexistência. Poesia, Grafite, Música, Dança: Hip Hop. São Paulo: Parábola, 2011. SOUZA, Ana Lúcia Silva; JOVINO, Ione da Silva; MUNIZ, Kassandra. Letramento de reexistência - um conceito em movimentos negros. Revista da ABPN, v. 10, n. Ed. especial, p. 1–11, 2018. &lt;br /&gt;Palavras-chave: empoderamento antirracista; tecnologias sociais; educação; relatos de experiência.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 09:34:31 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/193885-gt-enfrentamentos-aos-racismos-na-escola-e-na-universidade-recebe-inscricoes-no-evento-vi-coloquio-raca-e-interseccionalidades</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/193885-gt-enfrentamentos-aos-racismos-na-escola-e-na-universidade-recebe-inscricoes-no-evento-vi-coloquio-raca-e-interseccionalidades</guid>
      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/VIColoquioRacaInterseccionalidade.jpeg.png?1755778319" length="118153" type="image/png"/>
    </item>
    <item>
      <title>Grupo de pesquisa Perspectivas Linguísticas Contemporâneas na 13ª International Gender and Language Association Conference</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Grupo" title="Grupo" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Grupo.jpg?1754568830" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O grupo de pesquisa Perspectivas Linguísticas Contemporâneas marcou presença na &lt;/span&gt;&lt;span&gt;13ª International Gender and Language Association Conference&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, ocorrida de 23 a 25 de julho último, em Montevidéu, Uruguai.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O evento é promovido pela &lt;/span&gt;&lt;span&gt;International Gender and Language Association (IGALA)&lt;/span&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;fundada em 1999. A IGALA é a principal organização acadêmica internacional comprometida com a promoção e suporte de pesquisas em linguagem, gênero e sexualidade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O tema central da conferência deste ano foi o momento de grandes conquistas mas também de crescentes conflitos nos movimentos ativistas de gênero e sexualidade ao redor do mundo. Qual é o papel da linguagem e da comunicação nesse processo aparentemente contraditório? Para explorar essa questão, o tema do 13º IGALA foi &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Re-pensando gêneros, sexualidades e ativismos (g)locais&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Grupo.jpg" alt="Grupo" width="567" height="756" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Calibri Light',sans-serif;"&gt;Parte da comitiva do grupo Perspectivas: Bianca, Ana Luiza, Thaís Silva, Joana, Hélvio, Carolina e Murilo&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O grupo de pesquisa contribuiu com este debate em simpósios temáticos e comunicações orais individuais. Participaram ao todo doze componentes do grupo, representantes de níveis diferentes de formação (graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado) e vínculos institucionais (UFG, UEG, Unicamp e UFRN), apresentando diferentes resultados de pesquisas com temas atuais e discussões avançadas nos estudos de gênero e linguagem. Foram momentos de muitas trocas instigantes, debates e contatos com pesquisas muito atuais e relevantes para a área, contando com pesquisadoras e pesquisadores de universidades de todo o Brasil, incluindo colegas parceiras do PPGIELT da UEG, e de diversos continentes: África, Ásia, Américas do Norte, Central e do Sul e Europa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/UEG2.jpg" alt="UEG2" width="466" height="503" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span&gt;Colegas da UEG e integrantes do grupo Perspectivas: Lúcia, Larissa,  Veralúcia, Hélvio e Vitor&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Alguns resultados de pesquisas do grupo foram apresentados em comunicações orais individuais. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Bianca Alencar Vellasco (Doutora pelo PPGLL/UFG, atualmente docente no IFG/campus Goiânia) discutiu o ímpeto de higiene verbal em manuais de promoção de recursos de não marcação de gênero.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Francisco das Chagas Viana Júnior (Doutorando na UFRN em coorientação no PPGLL/UFG e docente na rede básica estadual do Ceará) discutiu a desnaturalização do machismo nas ressignificações promovidas pela Palhaça Fran, personagem da atriz Rafaela Azevedo, no &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Instagram&lt;/span&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Gleiton Matheus Bonfante (Pós-doutorando no PPGLL de 2021-2022 e atualmente pós-doutorando na UFF com bolsa Faperj) discutiu a conexão entre formas contemporâneas de sexo e formas científicas de governança.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Hélvio Frank de Oliveira (Pós-doutorando no PPGLL com bolsa CNPq, docente da UEG e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq) discutiu corpolíticas trans a partir de narrativas de docentes declaradamente transexuais, travestis e transgêneros atuantes em escolas públicas da educação básica em Goiás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Larissa Landim de Carvalho (Doutoranda do PPGLL/UFG, bolsista Capes), no simpósio temático “Análises feministas de discurso sobre direito das mulheres no Brasil contemporâneo” coordenado por Débora de Carvalho Figueiredo (UFSC) e Lúcia Gonçalves de Freitas (UEG), apresentou os resultados parciais de sua pesquisa comparativa sobre os discursos sobre aborto no Brasil e Argentina, focando nos retrocessos dos discursos legislativos no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O simpósio temático “Gênero, mobilidade e vulnerabilidade linguística” discutiu a articulação entre gênero e vulnerabilidade linguística em diferentes condições de mobilidade nacional e transnacional. O simpósio contou com os resultados de pesquisa de Amanda Diniz Vallada (Doutoranda do PPGLL/UFG, bolsista Capes), Murilo dos Santos Gomes (Mestrando do PPGLL/UFG, bolsista Capes), Thaís Batista da Silva (Bacharel em Linguística/UFG, e ex-bolsista de Iniciação científica do CNPq) e Joana Plaza Pinto (Professora Titular, docente permanente do PPGLL/UFG e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 531px; height: 708px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Simp%C3%B3sio_vulnerabilidade.jpg" alt="Simpósio vulnerabilidade" width="567" height="756" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Calibri Light',sans-serif;"&gt;Integrantes do simpósio “Gênero, mobilidade e vulnerabilidade linguística”: Joana, Thaís Silva, Murilo e Amanda&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Enfim, o simpósio temático “ENTRELAÇAR: tecendo práticas colaborativas pela metodologia feminista em pesquisas sobre linguagem” discutiu a construção de práticas linguísticas com diferentes objetos de conhecimento a partir de uma perspectiva feminista colaborativa em campos construídos entre e com mulheres. O simpósio contou com os resultados de pesquisa de Ana Luiza Krüger Dias (Doutora pelo PPGLL/UFG, atualmente Pós-doutoranda do PPG-LA/Unicamp, com bolsa Capes), Thaís Elizabeth Pereira Batista (Pós-doutoranda do PPGLL, com bolsa Fapeg/CNPq) e Carolina Fernanda Soares Silva (Doutoranda do PPGLL/UFG, bolsista CNPq).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 517px; height: 689px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Entrela%C3%A7ar.jpg" alt="Entrelaçar" width="567" height="756" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Calibri Light',sans-serif;"&gt;Integrantes do simpósio “ENTRELAÇAR: tecendo práticas colaborativas pela metodologia feminista em pesquisas sobre linguagem”: Carolina, Ana Luiza e Thaís Batista.&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 Aug 2025 09:25:57 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/193478-grupo-de-pesquisa-perspectivas-linguisticas-contemporaneas-na-13-international-gender-and-language-association-conference</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/193478-grupo-de-pesquisa-perspectivas-linguisticas-contemporaneas-na-13-international-gender-and-language-association-conference</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Linguistic citizenship and identity studies in Applied Linguistics</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Quentin Williams" title="Quentin Williams" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Quentin_Williams.jpeg?1738849707" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Encontro do GT Práticas Identitárias em Linguística Aplicada &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O GT &lt;strong&gt;Práticas Identitárias em Linguística Aplicada da Anpoll&lt;/strong&gt; começa neste mês uma série de encontros internos com convidados com o objetivo de aprofundar discussões que mobilizem a área. &lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;O primeiro encontro será com o Dr. Quentin Williams. Quentin é professor associado da University of the Western Cape, África do Sul. Foi Professor Visitante no Centro de Africâner e estudo do sul-africano na Ghent University (Bélgica). É diretor do Centre for Multilingualism and Diversities Research. Tem publicado artigos e livros de importante impacto na área de sociolinguística, como "Neva Again: Hip Hop Art, Activism, and Education in Post-Apartheid South Africa," do qual  é um dos autores e editores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Quentin_Williams.jpeg" alt="Quentin Williams" width="389" height="389" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="font-weight: 400; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;O encontro será realizado no dia &lt;strong&gt;18 de fevereiro, às 15h&lt;/strong&gt; (horário de Brasília), transmitido pelo YouTube para quem não é membro do GT. Acesse &lt;a style="color: #000000;" href="https://www.youtube.com/live/HVYyDc_NP-w?si=CAQQfOWLudPyeR89"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Esse primeiro encontro será mediado e realizado em inglês, mas haverá outros encontros em português e demais línguas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 06 Feb 2025 10:54:58 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/187873-linguistic-citizenship-and-identity-studies-in-applied-linguistics</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/187873-linguistic-citizenship-and-identity-studies-in-applied-linguistics</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Emaranhados: semiótica contra o geontopoder</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Noticia emaranhados" title="Noticia emaranhados" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/noticia.png?1738789541" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Publicado dossiê temático na RILA&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O volume de 2024 da Revista Indisciplina em Linguística Aplicada é dedicado ao dossiê temático &lt;strong&gt;Emaranhados: semiótica contra o geontopoder&lt;/strong&gt;, dedicado a expandir o debate iniciado no workshop &lt;em&gt;Semiotics after Geontopower&lt;/em&gt;, ocorrido em abril de 2024 na UFG, quando a antropóloga Elizabeth Povinelli desenvolveu o tema junto a debatedoras e debatedores e a participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Organizado por Ana Luiza K. Dias, Gleiton Bonfante, Joana Plaza Pinto e Suzane Vieira, o número temático busca expandir o diálogo entre Povinelli e autoras e autores acerca de, dentre outros tópicos: a) relacionalidades e comunicação humana e mais-que-humana; b) catástrofes presentes e ancestrais; c) colonialismo em curso e seus processos de extração e violência contra populações dissidentes em suas matrizes de raça, gênero e sexualidade; d) possibilidades de ser de outra maneira: resistência e reexistência contra o geontopoder.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Você pode acessar o dossiê &lt;a href="https://revistas.ufrj.br/index.php/rila/issue/view/2853"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 05 Feb 2025 18:20:05 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/187864-emaranhados-semiotica-contra-o-geontopoder</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/187864-emaranhados-semiotica-contra-o-geontopoder</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisadora do Perspectivas defende tese sobre os projetos de lei proibitivos da “linguagem neutra” </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="defesa bianca" title="defesa bianca" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/WhatsApp_Image_2024-07-23_at_18.09.33.jpeg?1721755109" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Bianca Vellasco realizou uma pesquisa etnográfica em meio digital&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;A tese “Pânico moral e higienismo verbal: a rede metadiscursiva sobre ‘linguagem neutra’ no Brasil”, defendida por Bianca Alencar Vellasco, em março de 2024, na Faculdade de Letras da UFG, através de banca híbrida, composta pelas professoras Joana Plaza Pinto (UFG), Cristine Gorski Severo (UFSC), Kátia Menezes de Sousa (UFG) e pelos professores Rodrigo Borba (UFRJ) e Hélvio Frank de Oliveira (UEG), nasce de um Projeto de pesquisa elaborado em 2021 e de uma etnografia digital iniciada em 2022. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;O compromisso com esse Projeto – voltado para a busca de um debate público atual envolvendo o cenário das políticas linguísticas no Brasil – combinado à abordagem etnográfica em ambiente digital, culminou no encontro com um tema que tem mobilizado um certo espaço – discursivo, digital e legislativo – com picos de interesses repentinos e sazonais nos últimos anos na discussão pública brasileira: uma espécie de contenda envolvendo o uso da chamada “linguagem neutra” (uma tentativa de representar na língua a existência de pessoas não-binárias, isto é, as pessoas que não se identificam nem com o gênero feminino e nem com o gênero masculino).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: normal; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt; &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/tese_bianca_1.png" alt="tese bianca 1" width="455" height="267" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;Google Trends: buscas pelo termo “linguagem neutra” ao longo do tempo (2019-2024)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;O resultado da exploração etnográfica empreendida está no mapeamento de quase 60 de projetos de lei - a nível federal, estadual e municipal – voltados para a proibição/vedação dessa forma de linguagem em escolas, editais e projetos culturais de natureza pública, encabeçados por parlamentares filiados a partidos de direita e centro-direita. Além desse movimento legislativo, referido na tese como “discussão proibitiva”, o material empírico também está composto por uma faceta “afirmativa”, na forma de manuais, manifestos e iniciativas favoráveis ao uso dessa linguagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: normal; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: red;"&gt; &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Captura_de_tela_2024-07-23_182211.png" alt="tese bianca 2" width="685" height="345" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;Parte do material empírico: mapeamento final dos Projetos de Lei (56), elaborado pela autora (2022)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt; e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt; exemplo de Guia para o uso da linguagem neutra elaborado por ativista não-binária (2014)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;A partir deste material empírico, a tese se desenha em quatro capítulos, que contam como a “linguagem neutra” têm sido inventada (PENNYCOOK; MAKONI, 2007) no Brasil por um fio de entextualizações (BAUMAN; BRIGGS, 2005) que ocupa vários domínios textuais através de uma disputa desigual, em que um regime articulado e dotado de poder institucional (o grupo proibitivo) se apropria dela para ganhos políticos, encontrando uma resistência orgânica e aparentemente desarticulada (o grupo afirmativo), que não detém do mesmo tipo de poder institucional, mas que também é capaz de fazer algum tipo de pressão política. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-indent: 35.45pt; line-height: normal; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Captura_de_tela_2024-07-23_182234.png" alt="tese bianca 3" width="690" height="328" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;Esquema visual que ilustra a rede textual articulada, elaborado pela autora (2023) e Flyer de uma das deputadas proponentes postado em rede social (2021)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; line-height: normal;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;Entre as conclusões da tese, está a percepção de que a tentativa de proibição da “linguagem neutra” funciona metonimicamente para banir, na verdade, quem não represente os ideais de família, sociedade e sexualidade normativa idealizada (aquele que cabe dentro da norma culta padrão e que tem no masculino genérico a metonímia da sociedade). O nível de circulação textual incessante que essa pesquisa tentou acompanhar, registrar e analisar também ocasiona um último insight conclusivo: a analogia do mito da Hidra de Lerna (uma espécie de monstro que “teria sete cabeças que se regeneravam em dobro quando cortadas”) com a capacidade “monstruosa” de multiplicação textual e incitação de conflitos que a discussão sobre “linguagem neutra” mobiliza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"&gt;A importância dessa temática aponta para a atualização do cenário das políticas linguísticas do Brasil, que reverbera a persistência de ideologias de linguagem ligadas ao século XIX, como a do monolinguismo (a insistência numa língua única para o fortalecimento e pertencimento a uma nação), a do higienismo (a preocupação com a limpeza, organização e homogeneidade da língua), e a da padronização (a crença de que apenas a gramática prescritiva está autorizada a dizer e legitimar o que é a língua). Além disso, esta pesquisa também dá indícios da necessidade de se adotar uma perspectiva menos ingênua diante da plataformização da discussão pública (CESARINO, 2022), visto que o ambiente digital favorece uma polarização política partidária, em que as informações e argumentações ocorrem de maneira tática, organizada, repetitiva, que se afasta da reflexão/problematização e se aproxima do combate e da lucratividade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 23 Jul 2024 14:31:33 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/182797-pesquisadora-do-perspectivas-defende-tese-sobre-os-projetos-de-lei-proibitivos-da-linguagem-neutra</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/182797-pesquisadora-do-perspectivas-defende-tese-sobre-os-projetos-de-lei-proibitivos-da-linguagem-neutra</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Roda de conversa sobre "Abordagens biográficas em metodologias qualitativas"</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Clara e Ana" title="Clara e Ana" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/signal-2024-07-15-09-40-16-113-1.jpg?1721126215" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Quarta-feira 17/07, às 14h, na Faculdade de Letras&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Nesta quarta, &lt;strong&gt;dia&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;17/07, das 14h às 16h, no Miniauditório da Faculdade de Letras&lt;/strong&gt;, teremos uma roda de conversa sobre "Abordagens biográficas em metodologias qualitativas" com a presença da profa. Clara Keating, da Universidade de Coimbra (Portugal), e a profa. Ana Luiza Krüger Dias, da Faculdade de Letras (UFG).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/signal-2024-07-15-09-40-16-113-1.jpg" alt="Clara e Ana" width="400" height="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A roda de conversa faz parte do projeto "Linguagem, sociedade e cultura: Participação linguística e gênero social", financiado pela Chamada Pública 05/2023 - Programa Pesquisador Visitante Estrangeiro, da &lt;strong&gt;Fapeg&lt;/strong&gt;, que trouxe a profa. Clara Keating para ofertar um curso no Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística e realizar atividades de pesquisa com o Grupo Perspectivas Linguísticas Contemporâneas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 16 Jul 2024 07:34:52 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/182577-roda-de-conversa-sobre-abordagens-biograficas-em-metodologias-qualitativas</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/182577-roda-de-conversa-sobre-abordagens-biograficas-em-metodologias-qualitativas</guid>
    </item>
    <item>
      <title>13ª Conferência da International Gender and Language Association (IGALA)</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="temp" title="temp" src="http://perspectivas.letras.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Captura_de_tela_2024-04-30_170957.png?1714507827" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Fundada em 1999, IGALA é a principal organização acadêmica internacional comprometida com a promoção e suporte de pesquisas em linguagem, gênero e sexualidade. O tema do 13º IGALA (2025) é: Re-pensando gêneros, sexualidades e ativismos (g)locais. Mais informações no &lt;a href="https://igala2025.wordpress.com/"&gt;site do evento&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INTERNATIONAL GENDER AND LANGUAGE ASSOCIATION (IGALA) - CONFERENCE 2025&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“RE-PENSANDO GÊNEROS, SEXUALIDADES E ATIVISMOS (G)LOCAIS”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;23, 24 e 25 de julho de 2025&lt;br /&gt;Montevideo, Uruguay&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Informações principais:&lt;br /&gt;Lugar: Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Universidad de la República.&lt;br /&gt;Modalidade: presencial.&lt;br /&gt;Línguas: inglês, espanhol e português.&lt;br /&gt;Inscrições: &lt;strong&gt;05 de fevereiro a 31 de março de 2025 (pagamento antecipado) e 01 de abril&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a 20 de junho de 2025 (pagamento regular).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apoio (parcial) a estudantes que apresentam no 13IGALA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A organização prevê o apoio econômico (parcial) para um número limitado de estudantes do exterior que apresentem no 13IGALA. Para solicitar este apoio, xs estudantes -membrxs da IGALA- deverão completar este formulário antes do dia 15 de março. É possível solicitar de apoio em, no máximo, duas das três categorias disponíveis: transporte dentro de Montevidéu, alimentação e alojamento durante os dias do congresso. A obtenção do apoio não é automática. A organização do evento buscará atender a maior quantidade de solicitações e cobrir a maior diversidade possível de casos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conferencistas confirmadas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dra. Deborah Cameron (Oxford University, UK)&lt;br /&gt;Dra. Lexi Webster (University of Southampton, UK)&lt;br /&gt;Dra. Glenda Melo (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brazil)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Organizador da conferência:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Germán Canale (Universidad de la República)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comitê Organizador&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Irene Madfes (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Caroline Trevisan (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Amparo Fernández (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Nathalie Borba (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Verónica Redekofski (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Victoria Furtado (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Virginia Osorio (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Verónica Viera (Universidad de la República)&lt;br /&gt;Rodrigo Borba (Universidade Federal do Rio de Janeiro)&lt;br /&gt;Julia Zullo (Universidad de Buenos Aires)&lt;br /&gt;Kate Power (University of Queensland)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Informações mais detalhadas em: &lt;a href="https://igala2025.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/02/terceira-chamada-de-trabalhos.pdf"&gt;https://igala2025.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/02/terceira-chamada-de-trabalhos.pdf&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://igala2025.wordpress.com"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 30 Apr 2024 17:10:37 -0300</pubDate>
      <link>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/180925-13-conferencia-da-international-gender-and-language-association-igala</link>
      <guid>https://perspectivas.letras.ufg.br/n/180925-13-conferencia-da-international-gender-and-language-association-igala</guid>
      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/298/o/Captura_de_tela_2024-04-30_170957.png?1714507827" length="264026" type="image/png"/>
    </item>
  </channel>
</rss>
